- Minino, vê-se cresce
por dentro
Não deixe esta capital acabar
com seu interior
(imenso)
brilho que busca
amargo
gosto
janela sem horizonte
Minino
cresça
antes do desaparecimento
da fortaleza
corpo
neste caminho torpe
que ofusca beleza
qual é a da vida
senão mero sonho
passageiro(?)
portanto, entenda
seu medo do escuro
passa
quando a noite vazia
chega.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
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3 comentários:
Caco, eu só tenho que te agradecer.
Sua poesia, seu dom, sua ardilosa brincadeira com as palavras me deixam boquiaberta demais, nem eu entendo.
Olha, muito obrigada mesmo...Parabéns por tudo.
Me ilustrei n'outro mundo depois que descobri sua poesia e Malocália.
Eu nem sei qual é o motivo de eu estar te escrevendo, porque tô me sentindo completamente aérea, mas é isso.
Pode crer que eu nunca me esquecerei de tudo isso e do quanto isso me inspira, do quanto aquelas palavras e aquele ritmo me elevaram, levaram.
Obrigada.
minino, adoro.
Oi, Letícia.
Eu é que agradeço, fico feliz quando percebo a potência da poesia, porque a bem da verdade, ela trabalha as sensações, como ninguém, basta estar aberto pra isto. E, sem dúvida, brincar com as palavras é umas das minha atividades prediletas, senão A.
Simone, a recíproca é verdadeira...
Bjos!
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