sexta-feira, 11 de junho de 2010

revirando prateleiras

nãn maduga. e fuçando, espirrando, renite quase atacada, traças e reencontros variados, muitos ainda vivos, aliados, outros se fazendo de rogados, mas tá tudo ali, o que verdadeiramente importa, na admiração e respeito do que tá eternizado, percorro lombadas e vejo cada trilha-sonora, imagem, gente pacas, imagine quantos pensamentos, personagens, rigidez e malandragem, esse monte de livro que não necessariamente serão lidos na fa.cool.dade; tem machadão, lima barreto, alphonsus - e seu neto marovato - Ismail & Chico Xavier, Nelsom, Chaplin, u Nicolau Maquiavel mais seu Oswald, antropofágico. Rubem, Rilke, Baudelaire, cadê Montêro Lombatu. Pessoa, passado, presente, uma pá dí periférico, Donde Miras Serginho & Binho? Sacolinha, Sílvio, Cidinha, Dinha, Buzo, Ciríaco, Allan. Mjiba a la Kintê, elo e brasa sem crocodilage, vem Gil Vicente e Pietroforte, tipo xarás, di bôua sem neurose ou crise, Paloma Klisys co'as minas di-versificadas, Ana Rusche, Clarah, Pilar, Sônia matrona e danosa Bia Tavares. Ryana, Aline Binns, Maria Alzira e Inayara, Deborah Goldemberg avança na ressurgência icamiaba > de Chico um César, sem Buarque, Celso Borges, Martinez, Cervantes - atrás de Dulcinéia (catadora) yu Cairo. Faltou Chacal, pero ruela u Guilermo Zarvos, Minchoni, Mirisola, Nabokov e Saramago. Ginsberg, Drummond, Pedro Rocha e um tal damázio. Maria Tereza - um abraço ao Sabotage, junto de Jesus Cristo, Dalai Lama, Lob.Rampa e Tomás Antônio Gonzaga. Hélio Neri, Zhô, Clarice, Beth Brait, pós-Balzac. Rui, Xico Sá e Marcelino, no bar peço um conhaque, ou compra meu novo livro, enquanto Márião tira onda de otário. Ferréz, Minchoni, Boal, Fernando Bonassi. Euclydes no conceito, Seu João do Nascimento, é na prática. Zé Paulo é da Paes, Bocage sem novidade, inda mais pro Aretino, que é pura sacanagem. Na rua dá pra ver vários poeta da maloqueiragi, renato, berimba, pedro, calle e mine tiago. Rola Carlaccio, Joannes, Guila, Heik, Mia, Nicolas servindo um chá com porrada. Peri.go, cuidado com Victor, Bruno, Rod e Baffo. Sem falar na métrica hay-kay do mano Cássio. Por onde andará Parral, Sérgio Luiz, Rubão, Nei Costa e Virgílio de Matos? Cola o Gracco, Zinho, André e Maurício Marques, tá ligado que nas não funciona a gente desenrola e trinca o barato. Firmeza, sei que tá faltando um monte, tipo Scott, Ademir, Neuza, Montenegro, Mia Couto, Bebeto, Maick e aquela surfistinha notória, bem como o mago que domina e apavora o literato. Mas quando voltar a organizar prateleiras, pensamentos, continua tal conversa bibliográfica, revendo trejeitos de Shakespeare e Moliére, com suas escolas de riso, existência e lisuras ora dramáticas.

3 comentários:

Deborah disse...

Legal, maninho! bjs. D

Sonia disse...

vez em quando entro pra revirar as pegadas. cada vez mais fortes, cada vez mais pontes.

Caco Pontes disse...

minhas admiráveis poetas-prosadoras, em vida e obra, fico assim, lisongeado!